O que o torna diferente
Só um troço central é subterrâneo. Fora do meio da cidade, os comboios circulam à superfície e param em plataformas mais parecidas com paragens de elétrico do que com estações de metro.
Várias linhas partilham o túnel central entre o Estádio do Dragão e a Senhora da Hora, por isso a mesma plataforma serve destinos muito diferentes. Confirme a letra e o destino no painel da plataforma e na frente do comboio, não só a plataforma.
A ponte
A linha D atravessa o Douro no tabuleiro superior da ponte Luís I, bem acima do rio, com as caves do vinho do Porto de um lado e a Ribeira do outro. Para quem visita, a viagem entre São Bento e o Jardim do Morro justifica o bilhete por si só. É também a forma mais rápida de chegar às caves de Gaia sem descer e subir a encosta a pé.
Ao aeroporto
A linha E (Violeta) liga o aeroporto Francisco Sá Carneiro à Trindade, no centro, em cerca de meia hora, sem mudanças. Na Trindade cruzam-se quase todas as linhas. O aeroporto fica na zona Z4, por isso o título tem de cobrir quatro zonas; quem carrega um título Z2 não passa a validação de saída do centro.
À costa
A linha A termina em Matosinhos, perto da praia e dos restaurantes de peixe. A linha B segue para norte até à Póvoa de Varzim, com paragens junto a várias praias de Vila do Conde. Uma tarde à beira-mar sem carro resolve-se com um só título.
Validar sempre
A maioria das paragens não tem barreiras. Valida-se o cartão num leitor na plataforma antes de entrar, e volta a validar-se em cada mudança de linha. Há fiscalização a bordo, e um cartão carregado mas não validado conta como viagem sem título.
O cartão
O Porto usa o cartão Andante, diferente do de Lisboa. Carrega-se com viagens para um número de zonas ou com um título turístico de 24 ou 72 horas, o Andante Tour. O preço depende do número de zonas atravessadas e não da distância percorrida.
Compra-se em qualquer máquina de estação. O cartão custa um valor pequeno, acrescentado à primeira carga. Mais detalhe na página dos bilhetes.